Clayson - Corinthians

Após ‘igualar pernas’, Clayson não quer dar brecha no Corinthians

Nos últimos meses, Clayson recebeu atenção especial da preparação física do Corinthians: após passar por uma artroscopia no joelho direito em maio, usou o período de pausa para a disputa da Copa do Mundo para igualar a força nas duas penas, depois do tempo inativo – uma estava menor do que a outra. Recuperado e de volta ao Timão após ser liberado do jogo de quarta-feira por conta da morte da sogra, o atacante reforçará a equipe diante do Atlético-PR, sábado, pelo Brasileirão. Ele promete não dar brecha para a concorrência interna.

– Foi importante ter tempo para trabalhar, a pausa da Copa acabou me ajudando nesse sentido da preparação. Pude trabalhar com mais calma. Minha perna direita estava menor, tivemos que fazer um fortalecimento. No pós-operatório, a perna acabou ficando mais fraca, tive que dar uma igualada na força para as duas ficarem iguais. Joguei o amistoso contra o Cruzeiro e depois vimos que ainda precisava fortalecer um pouco mais para poder voltar 100% para o campeonato. Agora já estou 100%. Joelho e coxa bem de força. Foi bom para voltar agora e suportar os jogos e poder atuar em alto nível – explica, em entrevista exclusiva ao LANCE!.

Clayson tem a confiança do técnico Osmar Loss e foi titular da equipe nos jogos contra Cruzeiro e Vasco. Desde o retorno do Brasileirão, participou de três dos quatro jogos do Corinthians. O atacante, porém, joga em uma faixa do campo que está se tornado cada vez mais concorrida no elenco. Os principais concorrentes são Mateus Vital e Marquinhos Gabriel, além de Sergio Díaz, que só ficará à disposição em setembro.

– O grupo é muito forte. Os que jogam têm de dar conta do recado, estar sempre em alto nível para não sair do time. E é isso que estamos procurando fazer. Cumprir bem a função tática para ajudar a equipe e não dar brecha (risos). O elenco é qualificado – pondera.

Um dos trunfos de Clayson para se manter na equipe é o entrosamento com Pedrinho. Deu certo uma formação de ataque rápida, sem centroavante, com Romero mais avançado e os dois pontas rápidos abertos. Embora o Corinthians tenha perdido peças importantes, como o zagueiro Balbuena e o meia Rodriguinho, aos poucos, o grupo parece se reencontrar. Clayson não tem preferência em jogar com ou sem centroavante ao lado.

– Saíram várias peças. Deu uma desmontada. Isso atrapalha o trabalho (do Loss). Mas nós que ficamos sempre procuramos trabalhar forte para ajudá-lo. Creio que estamos fazendo um bom trabalho, ganhando entrosamento e tenho certeza que vamos ajudar o Corinthians e ele, voltando a vencer. Nossa função na beirada é sempre a mesma, com ou sem centroavante. A gente vem se dando bem nessa formação. Deu uma entrosada. É importante melhorar isso e continuar fazendo bons jogos – explica, citando a parceria com Pedrinho:

– Somos bem amigos, ele é um excelente jogador. Comentamos que fica um ataque rápido com nós dois abertos nas pontas. Um jogador habilidoso, tem o drible. Então, acho que a gente se sente bem jogando ali. Sabemos que temos de manter o alto nível para não dar brecha, pois existem outros jogadores habilidosos no grupo.

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