Arena Corinthians

    Caixa aciona Corinthians por dívida da Arena; Diretoria contesta

    A Caixa Econômica Federal notificou o Corinthians judicialmente pela dívida da Arena do Timão em Itaquera.

    Cobrando cerca de R$ 500 milhões pela dívida do Timão em virtude da Arena Corinthians, o banco estatal alega não estar recebendo os pagamentos referente ao financiamento do estádio.

    O clube manifestou em nota oficial:

    O Sport Club Corinthians Paulista discorda das informações prestadas pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, ao colunista Lauro Jardim do jornal O Globo.

    Na aludida oportunidade, o presidente da CEF afirmou que não haveria qualquer renegociação entre as partes, e, por conta disso, teria sido obrigado a executar as garantias contratuais.

    É importante destacar que a reportagem não leva em conta negociação preliminar entre o clube e Caixa Econômica Federal (CEF) há aproximadamente um ano para adequação do fluxo de receitas com as parcelas mensais em valores reduzidos nos meses nos quais um número menor de partidas é realizado na Arena, fato já noticiado pela imprensa.

    A referida negociação aguardava formalização contratual e requeria a implantação de uma série de procedimentos administrativos dentro da CEF, no entanto, reuniões frequentes foram mantidas entre as equipes para ajustar aspectos operacionais. A CEF, inclusive, expressamente reconheceu a aludida negociação, tendo encaminhado o assunto para a área interna responsável no banco.

    Não obstante, o clube foi surpreendido por uma Notificação Extrajudicial que reconhece as tratativas descritas acima e mais recentemente por uma ação judicial, ambas apresentadas concomitantemente no dia 22 de agosto, o que demonstra a ação unilateral adotada pelo banco incompatível com as práticas de mercado considerando que a CEF já recebeu cerca de R$ 158 milhões amortizados pelo clube, destes, R$ 80 milhões foram transferidos entre fevereiro de 2018 até agora, o que demonstra de forma inequívoca que tanto no plano financeiro como no administrativo, a agremiação tem se pautado por total transparência quanto à sua atuação operacional e subordinação a um processo de pagamentos compatível com a realidade financeira do país.

    Veja Também