Carille fala em busca por “zagueiro experiente” para Libertadores e cita peça de gigante carioca

    O técnico Fábio Carille quer um zagueiro experiente para disputar a Libertadores no próximo ano. Sem contar com Pablo, que não acertou sua permanência para 2018, o treinador admite a chegada de alguma “aposta”, como foi feito com o próprio camisa 3 no começo da temporada, mas fez questão de determinar a chegada de alguém já acostumado com decisões no setor. Um exemplo: Henrique, do Fluminense.

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    “É um jogador experiente, jogou na Itália, já foi para a Copa do Mundo. É um nome interessante”, avaliou o comandante corintiano, em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva, sobre o atleta de 31 anos, que defende o time carioca desde o ano passado. Sem grande possibilidade de investimentos, o Alvinegro vasculha situações de jogadores no país para saciar a vontade de Carille. Até o momento, porém, a diretoria assegura não ter feito contato com o atleta.

    A engenharia financeira para a contratação do defensor teria o envolvimento de nomes do elenco para abater o preço do atleta. Em processo de reformulação, o Fluminense já deixou claro que espera compensações financeiras para negociar os seus jogadores. Com vínculo válido até o final de dezembro e já acima dos 30 anos, porém, Henrique não dá aos tricolores tanta segurança para negociar.

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    “Se fosse igual 2017, não ter uma Libertadores para disputar, ter que montar um time do começo, poderíamos fazer mais uma aposta. Parecido com o Pablo, um cara que não tinha se destacado na Europa ainda”, continuou o comandante corintiano, que espera ter á disposição os atletas já desde o primeiro dia da temporada, na reapresentação marcada para 3 de janeiro.

    “Então a busca é por alguém que seja mais experiente para a Libertadores. É um torneio de muita importância e muito difícil de jogar. Apostar nesse momento seria complicado”, observou Carille, reconhecendo a possibilidade de contratação do zagueiro Marllon, da Ponte Preta, preenchendo uma lacuna que ele via no elenco.

    “Eu sempre quis mais um zagueiro, mesmo quando tinha o Pablo, porque tivemos jogos que fomos com apenas dois da posição neste ano. O Marllon se destacou muito na primeira parte do Brasileiro, mas terminou não jogando muito. No geral, pelo que fez pelo Atlético-GO, quando teve o acesso, é um nome que tem que pensar e discutir bastante”, concluiu o corintiano.

    Crédito foto: Agência Corinthians 

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