Gobbi diz que plantam mentiras no Corinthians e desabafa: "Andrés é meu ídolo"

    O presidente do Corinthians Mário Gobbi desabafou sobre as notícias de que ele teria rompido com Andrés Sanchez. Em uma entrevista de 48 min no CT Joaquim Grava, reclamou das ‘maritacas’ que plantam notícias dentro do clube e se revelou fã de seu antecessor.

    “O Andrés é meu ídolo, meu professor. Lutamos juntos, sofremos juntos e sorrimos muitas vezes juntos também”, disse.

    O mandatário diz que pessoas ligadas ao clube plantam fofocas porque não ganharam algum cargo na atual gestão. “Existe um entorno que vocês conhecem bem e que nem todos foram agraciados com algum cargo, ou função ou algo do gênero. E eles ficam como maritacas o dia todo, vivem do Corinthians. Se tirar o Corinthians da vida deles, a vida deles perdeu o sentido”, disse.

    “Essas pessoas que eu chamo de centro nervoso ficam criando factóides. O mal das pessoas é que acham que são diretores e têm cargo vitalício. Nunca vão deixar e, quando você explica que é passageiro, não têm preparo emocional para deixar o cargo. Então se desequilibra e cai num buraco sem fundo”, disse.

    O presidente reiterou o que Andrés Sanchez havia dito sobre a relação entre os cartolas. Gobbi diz que continuam próximos e nunca houve rompimento. Prova disso é seu desejo de que o ex-presidente dê o pontapé inicial quando o Itaquerão foi inaugurado.

    Segundo Gobbi, não há comparação entre sua gestão e a anterior. Isso porque Andrés conseguiu contratar Ronaldo e construir o estádio, antigo sonho da torcida. “Se por acaso eu tiver uma divergência um dia com o Andrés que não der para ser suplantada eu vou para minha casa. Não vou brigar com o Andrés, construímos muitas coisas juntos e tenho só mais dois anos e meio. Não vivo do Corinthians, não vou fazer carreira no esporte, tenho minha profissão e me licenciei para cuidar do Corinthians. Não existe possibilidade de rompermos”

    Gobbi disse ainda que o ambiente no clube é ótimo e que há grande união entre os jogadores. Segundo ele, as turbulências estão no Parque São Jorge. “O momento não é de politica, é de todo mundo dar as mãos e rumar ao titulo”, afirmou.

    Reportagem: UOL Esporte

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